Com diploma nas mãos, jovens da formação laboral vão à luta

Com diploma nas mãos, jovens da formação laboral vão à luta

Publicado em 31/01/2019 - Editado em 04/02/2019
Luiz Guilherme recebeu o diploma e o kit do secretário General Roberto Jungthon
Crédito
Tatiane Brandão

“Já sou profissional no corte de cabelos. Nos fins de semana atendo familiares, vizinhos e amigos. Dá para ganhar uma graninha, mas o que quero mesmo é abrir um salão.” O depoimento é do jovem Luiz Guilherme Leão, de 17 anos, que recebeu na tarde de terça-feira, 31, o diploma e o material de trabalho da oficina de formação laboral do curso de corte de cabelos. Assim como ele, outros 55 meninos e meninas se formaram também em cursos como design de sobrancelhas, técnicas de maquiagem e unhas decoradas oferecidos pela Prefeitura em parceria com a Associação do Bem Estar da Criança e do Adolescente (Asbem), por meio do Programa de Desenvolvimento Municipal Integrado (PDMI).

Para auxiliar na busca pelo mercado de trabalho, cada aluno recebeu um kit com materiais de trabalho. “Essa é uma forma da Prefeitura retribuir a confiança dos estudantes que frequentaram as aulas e aprenderam uma profissão durante esses cursos. Esperamos que cada um utilize da melhor maneira possível os seus ensinamentos e que tenhamos cada vez mais bons profissionais em nosso município”, disse o secretário da Segurança, general Roberto Jungthon, que acompanhou a formatura e entregou os kits contendo máquinas de corte, escovas, chapinhas, maquiagens, medidores de sobrancelhas, borrifadores, conforme cada curso.

Com seu material de maquiagem nas mãos, a aluna Tauana Garcia, 16, já fazia planos. “Vou atender a domicílio. Já estou fazendo maquiagens nas minhas amigas e família. Quero entregar currículos e conseguir um emprego. Mais tarde vou querer abrir meu próprio salão.” Ter um negócio próprio também é o desejo do estudante Airton Gilmar Dierstmann Filho, 17, que se formou em corte de cabelo. “Penso em uma sociedade com o Luiz Guilherme. Já cortamos o cabelo um do outro e acho que dará certo dividirmos a clientela.”

O projeto tem o financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pertence ao componente de Prevenção a Violência.

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